Abre a operação
A gente entra na sua operação comercial e olha o que está acontecendo de verdade.
Conversa com quem vende, escuta ligação, abre o funil e confere número por número. Sem achismo e sem reunião de duas horas pra concluir o óbvio.
E eu concordo: venda é o motor que faz empresa crescer. Só que na maioria delas esse motor tá girando na sorte. Depende de você aparecer, do vendedor bom que ainda não pediu demissão, do mês que Deus quiser. Quando dá certo, ninguém sabe explicar direito por quê. Quando dá errado, também não.
Aí o faturamento vira sobe e desce. Um mês fecha bonito, no outro você abre o relatório e não entende o que mudou, porque o time trabalhou igual, o produto é o mesmo e o mercado não sumiu. O que faltou nunca foi esforço. Faltou um processo que alguém tenha montado de propósito.
Eu não aprendi a vender em curso. Aprendi barriga no balcão, batendo porta, ouvindo não na cara desde os 19 anos.
Não tem teoria bonita aqui. Tem o que eu testei na rua, o que quebrou a cara e o que sobrou de pé depois de anos vendendo com o meu próprio dinheiro em risco. É esse filtro que eu uso quando olho a operação de outro empresário: eu não procuro o que está bonito no slide, procuro o que está travando a venda hoje, nesta semana, com o time que você já tem.
Foi assim que montei o motor de vendas da minha própria empresa. Sem investidor, sem sorte, sem ninguém abrindo porta pra mim. Foi processo, repetição e a disciplina de olhar número todo dia mesmo quando o número estava feio. O placar é esse:
Foi construir uma máquina de venda que roda todo dia, independente do meu humor e da minha agenda. É exatamente essa máquina que meu time instala aí dentro, na sua operação, com os seus vendedores e os seus clientes. Não é modelo de prateleira: a gente entra, entende como o dinheiro entra na sua empresa hoje e monta a partir daí.
A gente entra na sua operação comercial e olha o que está acontecendo de verdade.
Conversa com quem vende, escuta ligação, abre o funil e confere número por número. Sem achismo e sem reunião de duas horas pra concluir o óbvio.
O ponto exato em que a venda para de andar. Não o palpite, o lugar.
Pode ser o lead que chega errado, a proposta que some depois do orçamento, o follow up que ninguém faz. Cada empresa trava num lugar diferente, e o seu a gente aponta com nome e endereço.
O primeiro ajuste pra destravar, com ordem de execução e prioridade.
Você sai sabendo o que fazer na segunda de manhã, quem faz, e qual número precisa mexer pra provar que funcionou. O resto fica pra depois, na fila certa.
Se é o jeito que chega o cliente, o vendedor que não fecha, ou a falta de processo que faz tudo depender de você.
São três doenças com sintoma parecido e remédio completamente diferente. Trocar de vendedor quando o problema é o lead custa caro e não resolve nada, e a maioria das empresas queima meses assim antes de descobrir.
E sai com o primeiro ajuste que destrava mais receita no menor tempo: um plano de dono, não mais uma planilha aleatória.
Uma coisa pra atacar agora, escrita na linguagem de quem toca o negócio, com o número que você acompanha pra saber se está funcionando. Se não fizer sentido pra sua realidade, a gente fala isso na sua cara também.
A conversa é direta e sem enrolação: a gente olha a sua operação, fala o que está travando e você decide o que fazer com isso. Se não for a hora, você sai com clareza do mesmo jeito.
De Colatina, criado pelos avós. Reprovei três vezes na escola e cresci ouvindo que eu não ia longe. Aprendi cedo que ninguém ia resolver a minha vida por mim.
Vendi 60 mil em livros de porta em porta para pagar meus estudos. Foi ali que entendi que venda não é dom, é repetição: quanto mais porta eu batia, mais claro ficava o que funcionava e o que era só conversa.
Apostei o dinheiro da faculdade num curso de música e viralizei como DJ: 6 milhões de plays, tocado pelo Alok e outros DJs famosos. Aprendi a construir audiência do zero, entender o que prende atenção e transformar isso em resultado.
Transformei tudo isso em venda e fundei a Vinteo. Hoje meu time instala esse mesmo motor comercial em empresas que já faturam bem, mas dependem demais do dono. Além disso, sou mentor na maior escola de negócio para empresários do Brasil.
Meu time instala esse motor em poucas empresas por vez, que faturam de R$1MM a R$20MM, com fome de crescer e estômago pra ouvir a verdade. A gente não trabalha com quem quer fórmula mágica nem com quem já sabe tudo e só quer confirmação. Preenche suas informações aqui embaixo e, se o teu momento fizer sentido, a gente te chama.
Meu time vai olhar suas informações e, se o teu momento fizer sentido, te chama.